segunda-feira, 14 de novembro de 2011
E todos buscam a felicidade plena e duradora na vida. Pura bobagem, perda de tempo. Nunca estamos completamente felizes… Começo a acreditar que a felicidade é algo passageiro. Ela vem, passa um tempo nos rondando, mas uma hora vai embora, só para voltar novamente mais tarde. No momento, minha felicidade resolveu me deixar, passo por uma fase meio triste, melancólica. Mas, eu tenho certeza, um dia a minha felicidade volta, só para depois me deixar de novo… É um ciclo, e uma hora chega a sua vez de ser feliz…
“Que o sorriso de uma criança seja capaz de fazer meu coração bater e sorrir novamente para todas as doçuras que a vida tenha me roubado. Que o seu amor me faça crescer, como queres que aconteça. Que os meus sonhos se realizem, assim como os sonhos de todos que amo. Que a Lua sempre, sempre surja na serra pra lembrar que existem coisas mais além. Que exista sempre um brilho em meus olhos verdes ao descobrir que a vida é maravilhosa. Mas que também haja momentos de puro silêncio e reflexão. Que não me falte bons amigos, até aqueles que me dão os maiores puxões de orelha e me irritam profundamente… e que depois esquecem o ocorrido dentro de um pacote de ruffles de churrasco. Que bons livros sempre estejam bem seguros em minhas mãos e que não falte tinta em canetas nem folhas de papel em branco pedindo para serem preenchidas. E que haja sempre paz, felicidade e saúde. E amor. E que Paris sempre esteja a nossa espera.”
Para : Paula Scremim
A nossa amizade eu não troco e eu nem vendo, sabe porque? Porque você é a bitch da minha vida, e é com você que eu quero estar todos os dias sorrindo e caindo. E mesmo que a vida separe a gente das brizas e das coisas mais malucas que eu já fiz, você nunca vai sair do meu coração, porque é lá que a nossa amizade começou. Eu agradeço por ter te conhecido, menina louca, porque só depois eu percebi que eu não iria conhecer uma menina tão chata e tão amiga quanto você. (..)
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Abra os olhos de manhã e agradeça a Deus baixinho por mais um dia de vida. Levante, se vista e vá procurar uma boa refeição para o café. Abra as janelas e veja o brilho do sol o quão lindo ele está hoje. Saia. Vá passear, aproveitar o dia. Não desperdice a oportunidade que seus próximos lhe deram. Estude. Procure saber mais, se esforce. Faça por merecer. Chegue em casa coloque aquele seu tubinho e seu melhor salto alto. Arrume os cabelos e faça uma linda maquiagem. Encontre amigos. Se encontrar aquele amor? Bem, não se esqueça de o tratar como um indiferente e quando chegar em casa agradeça a Deus por vê-lo. É isso mesmo. Olhe que maravilha, você viu a pessoa que você ama que você tanto quer bem. Aprenda de uma vez por todas que temos que amar a cima de tudo e de todos sem esperar que os mesmos nos ame.
sábado, 5 de novembro de 2011
O choro tá preso, o coração tá pequeno.
Eu não sei seguir, eu não quero ficar.
Me preocupo com sonhos que não são meus,
coisas que eu nunca quis. Como eu vim parar aqui,
nesse ponto cego aonde o fingimento é minha
única prioridade?
Pior, quando eu passei a me importar?
”I don’t care”
Carrego o meu mundo nas costas, de novo.
O -meu- futuro é só algo que passou pela porta dela;
algo que não abraço.
Eu não sei seguir, eu não quero ficar.
Me preocupo com sonhos que não são meus,
coisas que eu nunca quis. Como eu vim parar aqui,
nesse ponto cego aonde o fingimento é minha
única prioridade?
Pior, quando eu passei a me importar?
”I don’t care”
Carrego o meu mundo nas costas, de novo.
O -meu- futuro é só algo que passou pela porta dela;
algo que não abraço.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Hoje acordei tão calma, tão disposta a esperar pelas coisas, tão paciente, generosa. hoje acordei diferente, eu que sempre fui essa pessoa tão agitada, apressada, eu que tentei nunca ouvir meus sentimentos. Hoje acordei e notei que o meu coração está batendo mais devagar, sim, esse meu coração que sempre bateu num ritmo muito acelerado, hoje resolveu se acalmar. Hoje acordei e vi que o meu pensamento a respeito das coisas mudou, no fundo, eu já esperava que isso fosse acontecer, e é uma sensação boa. Hoje acordei e vi que a única pessoa que realmente preciso na minha vida sou eu mesma, percebi que não adianta fugir da vida, um dia ela acaba te alcançando, de qualquer jeito.
Para : Laís Colonetti, Suellen Mattos, Paula Scremim, Nathalie Campos, Márcia Aguirre , Emanuelly Peres e Kamila S.
Melhor amiga, não há palavras no mundo que consigam explicar meu amor por você, em você eu sei que posso confiar, você sempre me apóia, me corrige quando não vejo que estou errada, com você desabafo e morro de rir, você me dá os melhores conselhos, você me entende, me conforta, me alegra, com você eu me sinto segura, sei que você vai sempre está comigo, quando eu precisar, não me imagino sem você ao meu lado, você me faz bem a cada dia que passa, e eu não quero nunca te perder, porque eu te amo e te quero bem.
domingo, 30 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Chore,grite,ame,e diga que valeu, que doeu, que daqui pra frente só vai melhorar. Perdoe, insista, respeite, ame novamente.. Lembre-se que amanhã pode ser muito tarde. Muito tarde para perdoar, pra dizer 'eu te amo', muito tarde pra dizer volte pra mim.. Não leve a vida tão a sério. Descomplique, quebre regras, perdoe rápido, ame de verdade, ria descontroladamente e nunca lamente nada que tenha feito você sorrir.
sábado, 22 de outubro de 2011
Entre aspas : Saudade não é ex
Sobras de minha existência pela casa, escondidas para não irritar a nova mocinha. Meu pijama sufocado num canto da gaveta para que nenhuma lembrança respire. Meus chinelos abduzidos no meio da "sapataiada", tão pequenos que quase inexistem ou poderiam passar tranqüilamente por pares de criança. Fotos, milhares delas, guardadas sem carinho, uma preguiça triste de arrumá-las em álbuns. Estão lá, paralisadas em momentos felizes, tradutoras de uma vida que quase foi, trancadas porque o que quase foi não pode atrapalhar o que ainda pode ser. Talvez um fio de cabelo, o último deles, esteja nesse momento sendo varrido e levado pelo vento forte e solitário que não deixa dúvidas que o inverno chegou.
Inverno que era sempre comemorado porque eu sabia que ele não sentiria tanto calor para dormir e eu poderia ser abraçada de conchinha o tanto que desejasse. Agora é outra que suspira protegida olhando o quadro do Monet e ri apaixonada de algum provável barulho que ele faça com seu nariz estranho, jurando na manhã seguinte que não ronca. Saudade não é ex, tampouco amor. Mas a vida da qual abrimos mão por um sonho (ou por um erro) é passado. E de escolhas e de perdas é feita a nossa história.
Não há nada que se possa fazer a não ser carregar por um tempo um peso sufocante de impotência: eu escolhi que aquele fosse o último abraço. Agora é outra que se perde em ombros tão largos, tomara que ela não se perca tanto ao ponto de um dia não enxergar o quanto aquele abraço é o lado bom da vida. Da vida que te desemprega mesmo depois de tantas noites em claro e de tantos beirutes indigestos. Da vida que te abre uma porta que você jura ser a certa mas quando resolve entrar descobre duas crianças brincando na sala e uma mulher esperando no quarto. Da vida que te confunde tanto que você quer se afastar de tudo para entendê-la de fora. Da vida que te humilha tanto que você quer se ajoelhar numa igreja. Da vida que te emociona tanto que você não quer pensar. Da vida que te dá um tapa na cara pra você acordar e não tem ninguém pra cuidar do machucado e dizer que vai ficar tudo bem. Da vida que te engana.
Aquele abraço era o lado bom da vida, mas para valorizá-lo eu precisava viver. E que irônico: pra viver eu precisava perdê-lo. Se fosse uma comédia-romântica-americana, a gente se encontraria daqui a um tempo e eu diria a ele, que mesmo depois de ter conhecido homens que não gritavam quando eu acendia a luz do quarto, não faziam uso de um cigarro que me irritava profundamente e sobretudo minha rinite alérgica, não amavam os amigos acima de, não espirravam de uma maneira a deixar um fio de meleca pendurado no nariz, não usavam cueca rosa, não cantavam tão mal e tampouco cismavam de imitar o Led Zeppelin, não tinham a mania de aumentar o rádio quando eu estava falando, não tiravam sarro do bairro em que nasci, não insistiam em classificar minhas mãos e pés como seres de outro planeta, não ligavam se eu confundisse italiano com espanhol e argentino, nomes de capitais, movimentos artísticos, datas de revoluções e nomes de queijo, era ele que eu amava, era ele que eu queria. E ele me diria que, mesmo depois de ter conhecido mulheres que conheciam a Europa e não entupiam o ralo com cabelos, mulheres que tinham nascido em bairros nobres e charmosos de São Paulo, ou melhor, do Rio de Janeiro, mulheres que arrumavam a cama e não demoravam tanto para sentir prazer, não entravam de sapato no carpete, não tinham uma blusa ridícula com uma rajada de dourado, não eram dentuças e tampouco testudas, não cantavam tão mal, não tinham medo de cachorros pequenos, não reclamavam do ar-condicionado e nem tinham medo de perder a mãe ou comer uma comida muito temperada, era eu que ele amava, era eu que ele queria. Mas a realidade é que não gostamos desses tipos de filme fraco com final feliz, gostamos dos europeus "cult" onde na maioria das vezes as pessoas sofrem e perdem, assim como aconteceu com a gente.
Inverno que era sempre comemorado porque eu sabia que ele não sentiria tanto calor para dormir e eu poderia ser abraçada de conchinha o tanto que desejasse. Agora é outra que suspira protegida olhando o quadro do Monet e ri apaixonada de algum provável barulho que ele faça com seu nariz estranho, jurando na manhã seguinte que não ronca. Saudade não é ex, tampouco amor. Mas a vida da qual abrimos mão por um sonho (ou por um erro) é passado. E de escolhas e de perdas é feita a nossa história.
Não há nada que se possa fazer a não ser carregar por um tempo um peso sufocante de impotência: eu escolhi que aquele fosse o último abraço. Agora é outra que se perde em ombros tão largos, tomara que ela não se perca tanto ao ponto de um dia não enxergar o quanto aquele abraço é o lado bom da vida. Da vida que te desemprega mesmo depois de tantas noites em claro e de tantos beirutes indigestos. Da vida que te abre uma porta que você jura ser a certa mas quando resolve entrar descobre duas crianças brincando na sala e uma mulher esperando no quarto. Da vida que te confunde tanto que você quer se afastar de tudo para entendê-la de fora. Da vida que te humilha tanto que você quer se ajoelhar numa igreja. Da vida que te emociona tanto que você não quer pensar. Da vida que te dá um tapa na cara pra você acordar e não tem ninguém pra cuidar do machucado e dizer que vai ficar tudo bem. Da vida que te engana.
Aquele abraço era o lado bom da vida, mas para valorizá-lo eu precisava viver. E que irônico: pra viver eu precisava perdê-lo. Se fosse uma comédia-romântica-americana, a gente se encontraria daqui a um tempo e eu diria a ele, que mesmo depois de ter conhecido homens que não gritavam quando eu acendia a luz do quarto, não faziam uso de um cigarro que me irritava profundamente e sobretudo minha rinite alérgica, não amavam os amigos acima de, não espirravam de uma maneira a deixar um fio de meleca pendurado no nariz, não usavam cueca rosa, não cantavam tão mal e tampouco cismavam de imitar o Led Zeppelin, não tinham a mania de aumentar o rádio quando eu estava falando, não tiravam sarro do bairro em que nasci, não insistiam em classificar minhas mãos e pés como seres de outro planeta, não ligavam se eu confundisse italiano com espanhol e argentino, nomes de capitais, movimentos artísticos, datas de revoluções e nomes de queijo, era ele que eu amava, era ele que eu queria. E ele me diria que, mesmo depois de ter conhecido mulheres que conheciam a Europa e não entupiam o ralo com cabelos, mulheres que tinham nascido em bairros nobres e charmosos de São Paulo, ou melhor, do Rio de Janeiro, mulheres que arrumavam a cama e não demoravam tanto para sentir prazer, não entravam de sapato no carpete, não tinham uma blusa ridícula com uma rajada de dourado, não eram dentuças e tampouco testudas, não cantavam tão mal, não tinham medo de cachorros pequenos, não reclamavam do ar-condicionado e nem tinham medo de perder a mãe ou comer uma comida muito temperada, era eu que ele amava, era eu que ele queria. Mas a realidade é que não gostamos desses tipos de filme fraco com final feliz, gostamos dos europeus "cult" onde na maioria das vezes as pessoas sofrem e perdem, assim como aconteceu com a gente.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
issoquepenso
Um dia sem você é se como não existisse mais chão. É só por causa do seu sorriso que eu ainda consigo sobreviver. Ainda não consigo imaginar como seria minha vida se não tivesse te conhecido. Não passa por minhas ideias, um modo de viver sem o seu amor, sem a sua voz doce soando em meus ouvidos, sem as suas brincadeiras, sem seu abraço, não consigo viver sem o seu carinho, necessito dele para existir. Deus colocou você no meu caminho não foi atoa. Somos como duas peças que se encaixam perfeitamente. Eu e você: uma só alma. Até quando vou conseguir viver sem te ter aqui ao meu lado? E se eu precisar de você, tem como vir correndo? Queria que estivesse aqui comigo em todos os momentos alegres, tristes, emocionantes, dramáticos, queria você presente em tudo aqui, junto comigo.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
E se algum dia alguém me perguntar:
“Qual é a melhor coisa do mundo?”
Sem dúvida nenhuma responderei: A amizade.
E se refutarem, distribuindo “porquês e mais porquês”, de certo que eles não conhecem tal proeza, que se forma, através do amor puro de dois seres, na simplicidade de um momento, mas que tem o poder de ser Eterno.
Primeiro,ela sentiu algo estranho ao olhar para ele… Tudo avançou…ficaram mais íntimos, não havia mais uma barreira que a impedia de abraçá-lo quando quisesse.
Logo, algum tempo depois, sem saber exatamente o porque, ela chorava. Olhava para o nada e não compreendia situação. Percebeu algo diferente em seu coração… Não era só felicidade que habitava… agora era também, a tristeza, a angústia…e por quê?
Simplesmente por ter aberto seu coração, e entregado a famosa chave, para aquele alguém que você desconfiava ser o certo!
Onde estiver, espero que esteja feliz
Há momentos na vida,em que se deveria calar,e deixar que o silêncio falasse ao coração,pois há sentimentos que a linguagem não expressa, e há emoções que as palavras não sabem traduzir.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Se um homem soubesse o poder que seu abraço tem ao acolher uma mulher, a segurança que ela sente, todas as melhores coisas que passam em sua mente, o quanto ela se entrega. Se ele desconfiasse que naquele momento ele a tem inteira, completa, repleta de uma felicidade extrema. Será que ele se manteria ali por mais alguns segundos? Será que a pressa de um abraço seco se tornaria próximo do que uma mulher sente? Será que ele entenderia que essa coisa tão simples, tão gratuita, dentre muitas coisas no mundo é o que gente mais precisa, é o que nos abriga, é o que dá paz ao nosso sono?”
domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
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